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Avaré,01/05/2026

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Revolta: pai e filho são esquecidos em hospital e passam horas abandonados após consulta

Criança de 5 anos ficou nervosa e chorou à espera de transporte; família denuncia falha grave no sistema de saúde


Revolta: pai e filho são esquecidos em hospital e passam horas abandonados após consulta Registro mostra a espera angustiante dentro do hospital após pai e criança serem deixados para trás pelo transporte público de saúde. (Foto: redes sociais / divulgação da mãe)

Uma situação revoltante envolvendo o transporte de pacientes gerou indignação na região. Um pai e seu filho, de apenas 5 anos, foram esquecidos após atendimento médico no hospital da UNESP Rubião Júnior, em Botucatu, depois de saírem de Fartura para consulta.

O caso veio à tona após um desabafo da mãe nas redes sociais, que relatou o desespero vivido pela família ao descobrir que o marido e o filho haviam sido deixados para trás pelo transporte público da saúde. A criança, que realiza acompanhamento médico desde o nascimento, já estava acostumada com as viagens — mas nunca havia passado por algo semelhante.

Segundo o relato, pai e filho saíram de Fartura por volta das 9h20 e chegaram ao hospital perto das 11h. O atendimento ocorreu apenas no período da tarde e foi rápido. Pouco tempo depois, já estavam prontos para retornar — mas o transporte simplesmente não apareceu.

A angústia aumentou quando, já distante, o motorista entrou em contato informando que acreditava que eles já estivessem no veículo e que não poderia retornar para buscá-los.

Sem alternativa, pai e filho permaneceram no hospital aguardando uma solução. O menino, assustado, teria ligado para a mãe chorando, pedindo para voltar para casa. A situação gerou forte comoção, especialmente pela vulnerabilidade da criança.

A repercussão nas redes sociais acelerou uma resposta. Após a publicação do caso, responsáveis pelo transporte acionaram a empresa terceirizada, que enviou um veículo para buscar os dois.

Mesmo com o resgate, o episódio deixou marcas. Segundo a mãe, o menino ficou abalado com o ocorrido e pode até resistir a retornar ao hospital para novos atendimentos.








O caso levanta questionamentos sobre a responsabilidade no transporte de pacientes, especialmente quando envolve crianças e tratamentos contínuos. A falha expõe riscos e evidencia a necessidade de maior controle e cuidado por parte dos serviços públicos.

Criança aguarda sentada no hospital após ser esquecida junto com o pai pelo transporte de saúde. (Foto: redes sociais / divulgação da mãe)




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